"Ou dê para a sua mãe. Ela sabe como fazer isso."Quem achou essa pérola foi meu amigo Gui Rex. Saudade do tempo em que a gente não precisava se preocupar com essas coisas mundanas como lavar roupa.
"Ou dê para a sua mãe. Ela sabe como fazer isso."
Entendo que os mineiros chilenos estão socados 700m abaixo da terra e que vão demorar meses para sair de lá. Mas olha o conselho que o psicólogo deu para suas respectivas esposas: fiquem feias para eles. Sacanagem!! Elas já tinham entrado em luto quando descobriram que os 33 estavam vivos. Na sonda de 7cm de espessura não passam beijos e abraços, mas uma webcam foi instalada para que as famílias se vejam e conversem. Aí vem esse psicólogo e recomenda que as chilenas embaranguem para seus homens. Sim, está nos jornais. Um conselho masculino, só podia.



Mais gostinho dos anos 80: Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida, Curtindo a Vida Adoidado, De Volta Para o Futuro, Quero Ser Grande e Feitiço de Áquila. Fui uma adolescente feliz!
Sou do tempo em que samambaia era só aquela planta que caía do vaso e enfeitava a maioria das salas nos anos 80. E esse post fala justamente sobre samambaias e tempo.
(Trecho da matéria onde fui entrevistada)Daqui a 10 minutos, gostaria de ser surpreendida com uma boa notícia, como atender o celular e ouvir uma amiga ou um amigo que adoro, mas que não moram mais aqui, dizer: “Desce agora. Estou aqui embaixo te esperando pra tomar um café”. Ou ficar sabendo que ganhei mais prazo para entregar uma campanha e não vou precisar trabalhar no fim de semana.
Eu ficaria superfeliz daqui a 10 meses ao ver meu novo livro fazendo sucesso - tanto que já teria entrevistas agendadas com a Marília Gabriela e o Jô Soares. Mas a Ophra ligaria lá pra casa pedindo que eu fosse no programa dela primeiro. E se alguém descobrisse a cura da celulite, do tipo instalar um GPS no DNA, enviando o gene da casca de laranja para outro lugar bem longe. Não para mim, mas para outras mulheres que ainda podem escapar desse mal.
Serei a pessoa mais feliz do mundo se daqui a dez anos se meus pais ainda estiverem vivos e com saúde, se eu gostar das namoradas dos meus filhos e se eles estiverem felizes, trabalhando em um lugar legal. E se puder olhar para meu marido e dizer, desapontada: “Amor, para onde vamos viajar desta vez? Não tem mais nenhum lugar do mundo que a gente não conheça.” Se não for pedir muito, daqui a 10 anos quero aparentar ter 10 anos a menos.
Magali Moraes, 42 anos, redatora de publicidade e blogueira, casada, dois filhos, de Porto Alegre
Ou eu tenho o rosto muito comum, ou preciso tomar cuidado de agora em diante. Pelo menos no bairro Menino Deus. Em menos de cinco minutos, fui confundida com duas mulheres. Eu estava no posto de gasolina e um homem parou seu carro do meu lado, me olhou com cara de velhos amigos, disparou um Oi comprido e abriu o maior sorriso. Retribuí com um ponto de interrogação.