28 de ago. de 2009

A gata subiu no telhado

Sabe as contas pra pagar, o trabalho atrasado, o jantar marcado, a reunião no colégio, o conserto da pia, a lista do supermercado, a prateleira que desabou, o sofá manchado?
Também subiram no telhado...


Sereias urbanas

Uma piscina. Um sábado de sol. Um mergulho pra tirar o mofo do inverno. Ando com saudade de cheiro de cloro na pele.

Essa moda é mais fácil seguir

Você vai precisar de uma meia de nylon e de uma faca com ponta. Não esqueça de fazer o carão da Kate Moss.

Olha o arrastão!!

Neste verão, prepare-se para mais um revival dos anos 80. Chega, né? Mas já que o povo da moda insiste em desenterrar o Like a Virgin, talvez pode ser quem saiba eu invista em acessórios neon. Um pulseirismo de leve, os braços bronzeadinhos. Hummm, já começo a gostar da ideia. Ou será que eu chuto o balde e mando ver um arrastãozinho básico? Pra usar numa rave em Londres é perfeito.

27 de ago. de 2009

Fechando o guichê

Depois de um dia de trabalho, banho e cama!

26 de ago. de 2009

Eterna insatisfação

Um dia, será que as mulheres vão ficar 100% satisfeitas com seu cabelo? E se conseguirem essa façanha, qual a graça??
Os cabeleireiros sofrem com as nossas incertezas. Cabelo não é bainha de calça que a gente mede com fita métrica, marca com alfinete e experimenta de novo pra ter certeza que vai ficar bom. Cortar um dedinho é tão subjetivo – eu tenho vergonha de explicar que é um dedinho de criança etíope. Criador e criatura se olham na frente do espelho. Por mais confiança que a gente tenha, sempre é um momento delicado. E não convém brigar com quem empunha a tesoura.
Deve ser frustrante para um profissional cheio das técnicas ouvir o clássico “corta só as pontinhas!”. É como um chef estrelado do Guia Michelin ter que preparar um miojo. Da mesma forma, deve ser um tédio passar a vida inteira com o mesmo corte, sem nunca arriscar umas tesouradas a mais.
Eu já fui curta, curtíssima, longa e agora estou média (entrei na onda da Gwyneth Patrow, com o cabelo na altura dos ombros). Também já fui lisa e de uns tempos para cá virei crespa – o dito cujo se autocacheou, como nos tempos em que eu era Magalizinha. Ano passado inventei de ser ruiva (meu sonho: o tom L´Oreal Julianne Moore). Não cheguei lá. Voltei a ser castanha, depois de uma breve passagem pelo preto urubu. E já penso em consultar a cartela de cor. Agradeço diariamente por ser uma mulher livre de secador e chapinha, só não consigo curar a minha dependência por leave-in. Sem ele, não saio de casa. O problema é acertar a dose exata pra não pesar. Numa escala de zero a dez, eu diria que quase nunca consigo. Os cachos têm vida própria.

Não é a cara da primavera?

Levinha, fresquinha, cheirosinha... a primavera é uma garota recém-saída do banho!