28 de ago de 2009

A gata subiu no telhado

Sabe as contas pra pagar, o trabalho atrasado, o jantar marcado, a reunião no colégio, o conserto da pia, a lista do supermercado, a prateleira que desabou, o sofá manchado?
Também subiram no telhado...


Sereias urbanas

Uma piscina. Um sábado de sol. Um mergulho pra tirar o mofo do inverno. Ando com saudade de cheiro de cloro na pele.

Essa moda é mais fácil seguir

Você vai precisar de uma meia de nylon e de uma faca com ponta. Não esqueça de fazer o carão da Kate Moss.

Olha o arrastão!!

Neste verão, prepare-se para mais um revival dos anos 80. Chega, né? Mas já que o povo da moda insiste em desenterrar o Like a Virgin, talvez pode ser quem saiba eu invista em acessórios neon. Um pulseirismo de leve, os braços bronzeadinhos. Hummm, já começo a gostar da ideia. Ou será que eu chuto o balde e mando ver um arrastãozinho básico? Pra usar numa rave em Londres é perfeito.

27 de ago de 2009

Fechando o guichê

Depois de um dia de trabalho, banho e cama!

26 de ago de 2009

Eterna insatisfação

Um dia, será que as mulheres vão ficar 100% satisfeitas com seu cabelo? E se conseguirem essa façanha, qual a graça??
Os cabeleireiros sofrem com as nossas incertezas. Cabelo não é bainha de calça que a gente mede com fita métrica, marca com alfinete e experimenta de novo pra ter certeza que vai ficar bom. Cortar um dedinho é tão subjetivo – eu tenho vergonha de explicar que é um dedinho de criança etíope. Criador e criatura se olham na frente do espelho. Por mais confiança que a gente tenha, sempre é um momento delicado. E não convém brigar com quem empunha a tesoura.
Deve ser frustrante para um profissional cheio das técnicas ouvir o clássico “corta só as pontinhas!”. É como um chef estrelado do Guia Michelin ter que preparar um miojo. Da mesma forma, deve ser um tédio passar a vida inteira com o mesmo corte, sem nunca arriscar umas tesouradas a mais.
Eu já fui curta, curtíssima, longa e agora estou média (entrei na onda da Gwyneth Patrow, com o cabelo na altura dos ombros). Também já fui lisa e de uns tempos para cá virei crespa – o dito cujo se autocacheou, como nos tempos em que eu era Magalizinha. Ano passado inventei de ser ruiva (meu sonho: o tom L´Oreal Julianne Moore). Não cheguei lá. Voltei a ser castanha, depois de uma breve passagem pelo preto urubu. E já penso em consultar a cartela de cor. Agradeço diariamente por ser uma mulher livre de secador e chapinha, só não consigo curar a minha dependência por leave-in. Sem ele, não saio de casa. O problema é acertar a dose exata pra não pesar. Numa escala de zero a dez, eu diria que quase nunca consigo. Os cachos têm vida própria.

Não é a cara da primavera?

Levinha, fresquinha, cheirosinha... a primavera é uma garota recém-saída do banho!

25 de ago de 2009

Gripe ZZZZZZ

Eu já acordei muitas madrugadas por causa de febre de filho, mas não em tempos de gripe A. Quando o Rafa chamou às 4 e meia da manhã com 38 e meio de febre, bateu o nervosismo. Mais dele do que nosso. Os pais precisam disfarçar e mostrar segurança, não tem outra maneira. Do alto da minha camisola, cheguei à seguinte conclusão: por mais que a gente tenha lido TUDO a gripe A (inclusive aqueles ppts didáticos), por mais que o álcool gel já tenha impregnado nos nossos dedos, quando a febre bate na porta é como se batesse uma burrice instantânea. Onde leva? O que faz?
Uma hora depois, a febre cedeu. Mesmo assim, cedinho eu e o Rafa fomos para o circuito emergência-máscara. O Hospital Mãe de Deus também montou uma estrutura de triagem no estacionamento. Eu tinha lido sobre a inspiração nos atendimentos de campanha do exército e esperava algo pior. Que nada, bem organizado. O pessoal se aprimorou nos últimos meses. Perguntei TUDO de novo para a médica. A princípio, só uma gripe normal. Antitérmico, repouso e a tal da observação. Na saída, botei nossas máscaras no lixo, a gente se sente doente com aquilo. Depois achei melhor comprar algumas e fiz um estoque de antitérmico. Até a formatura dos guris, não preciso me preocupar com Tylenol, Novalgina e Alyvium.
O Rafa vai passar 4 dias em casa, tranquilito. Depois vai rebolar pra recuperar 4 provas, 2 trabalhos e sabe-se lá quantos polígrafos. A febre não voltou o dia inteiro, ele está bem disposto. Não vou cantar vitória ainda, quero ver de noite. Tomara que todo mundo durma na santa paz. Maldita gripe, um pesadelo ambulante.

Você é uma mulher ou uma rata?

Um problema... mulher gosta de múltiplas respostas.

24 de ago de 2009

De bandeja

Eu tenho um milhão de baixelas que ganhei de casamento. Estão guardadinhas há anos, é raro alguma ver a luz do dia – ou a cor da toalha da mesa. Tenho várias bandejas guardadas no mesmo armário. Sabe aqueles objetos queridos que sempre somem depois de uma mudança, e que a gente quase morre quando dá por falta? Nunca serão baixelas e bandejas.
Ao ver essa imagem, cheguei à conclusão de que um pouco de ousadia pode mudar o destino de um inox fadado ao esquecimento. Ter um novo olhar para as coisas (e para o mundo) é um exercício de criatividade. Eu já escrevi sobre a delícia que é reinventar o dia a dia. Transformei um copo de caipirinha num lindo vasinho de vidro – a planta morreu sufocada, não gostou da ideia. Faz parte.
E não é que uma bandeja pode servir como um mural? Imagine o que as visitas vão dizer quando forem na sua casa e virem algo assim na parede. Elas podem achar superlegal. Um pouco estranho. Muito esquisito. Coisa de doido. Agora se você se preocupa com esse tipo de reação, é melhor servir o cafezinho na bandeja de prata – devidamente polida. A criatividade não tolera intolerâncias.

Sonhos molhados

Eu queria saber o que ela está sonhando...

Se melhorar, estraga

Um absurdo de bom!

Inspire

Os cheiros que eu amo:
- o meu perfume
- grama sendo cortada (as da praia são as mais cheirosas)
- bolo no forno, quase pronto
- chulé de bebê (recomendo: tire a meia e cheire aquele pé de bisnaguinha)
- toalhas e lençóis recém trocados (hoje é o dia)
- o aromatizador da Le Lis Blanc
- cheirinho de carro novo (enfim!)

21 de ago de 2009

Balanço Anual

Em 1 ano de blog, eu ainda não escrevi tudo. Posso fazer infinitas combinações de letras e sentimentos. Já pulei assuntos importantes, joguei conversa fora, escrevi textos longos demais, às vezes me senti repetitiva. Espero não ter cansado você com minhas entrelinhas.
Em 1 ano, eu mudei. E o blog foi mudando. Ele ficou mais alegre, que nem eu. Lá no início, decidi não postar imagens com medo que elas roubassem sua atenção. Bobagem. É como comer o queijo separado da goiabada – também funciona, mas junto é melhor. Se eu adoro ver coisas interessantes, que me enchem de ideias, por que vou privar você de espiar o mundo comigo? Os significados vão estar lá, de qualquer jeito.
Antes eu lia meus pensamentos sozinha. Faz um ano que divido tudo com você. Isso me deixa mais leve. Obrigada!

Aniversário tem que ter roupa nova


Eu sempre gostei de usar roupa nova nos meus aniversários. Para dar sorte, sabe?
Na verdade, os aniversários dos outros também eram um excelente pretexto para estrear alguma novidade. Bons tempos em que eu ia para as lojas com minha mãe e fazia a festa. Mesmo sendo época de crise, vou manter a tradição. Poxa, é o meu blog, são vocês que seguem comigo. O look completo fica pra próxima. Melhor adquirir uma meiazinha básica.

Aniversário tem que ter delícias

Você não esperava uma mesa típica de aniversário de um aninho, né?
Esse bolo é para comer com os olhos e se refestelar com o colorido - até porque o gosto deve ser esquisito...

O segundo presente veio do passado

Eu era loooouca pelo Robert Redford! O Brad Pitt está ficando igualzinho a ele.

O primeiro presente veio do céu

A comemoração pode ser virtual, mas eu faço questão de céu azul!

1 aninho do blog!!

Amanhã é aniversário do blog. Nossa, já faz 1 ano desde a primeira postagem. Não lembro do meu níver de um aninho, mas desse aqui eu nunca vou esquecer.
A comemoração vai ser hoje, uma sexta-feira linda, porque é contra a minha religião ficar grudada no computador durante o fim de semana. Parabéns para os meus leitores queridos! Adoro vocês!

20 de ago de 2009

Quem lê sempre aprende algo

Depois, ele poderia ler Magali Moraes...

Tudo depende do ponto de vista

Na plantação, o homem olha pra chuva e diz graçasadeus! No apê 1 quarto fundos, o casal com filho pequeno olha pra mesma chuva e diz quediabo!

No supermercado, a mulher enxerga uma antiga vizinha, não consegue lembrar seu nome e prefere se esconder no freezer das carnes a passar atestado de esclerose múltipla. Já a antiga vizinha, que nunca soube o nome da outra, faz questão de parar pra conversar e conferir se ela colocou botox - aquela boca não era tão angelina assim.

No sinal vermelho, o homem fecha os vidros pretos de insulfilm pra cutucar o nariz em paz. No carro da frente, a mulher assiste a cena pelo espelho retrovisor e dá risada.

Alguém já disse que, olhando de perto, ninguém é normal. Eu concordo. E digo mais: de baixo, de cima, de lado, do avesso, a visão é bem mais interessante.

19 de ago de 2009

Sutilezas de um abajur

A gente podia se inspirar nos abajures, ser mais sutil e elegante. Enquanto uma fluorescente grita, um abajur sussurra. Eu troco qualquer luz no fim do túnel por um caminho iluminado nos momentos certos.

Eu queria ser um degrau mais alta

É por isso que eu não vivo sem escada e sem salto.

18 de ago de 2009

Terra chamando

Aquele pessoalzinho de Marte ou Saturno perdeu uma bela chance. Hoje teria sido um ótimo dia para me abduzir. Eu represento uma parcela considerável dos desejos e angústias das terráqueas fêmeas. E particularmente hoje estou ainda mais insatisfeita, insegura, indecisa, inchada, irritada, indisposta.
Eles poderiam aprender algumas coisas se me escaneassem – dispenso métodos invasivos de estudo.Uma escaneada geral e daria para analisar muito material: a tinta no cabelo, os penduricalhos no pescoço, as marcas no corpo, as fartas glândulas lacrimais, a quantidade de bilhetinhos e listinhas dentro da bolsa. E se o escaner fosse realmente bom, eles poderiam me explicar por que eu tenho tanta sensibilidade e nenhum senso de direção.

17 de ago de 2009

Chegasetehoras!!

Pode ser num chão de fábrica ou num empregão. A hora de ir pra casinha é um absurdo de bom!

Um fim de semana de verão

Cadê o calor que estava aqui? A chuva comeu.

14 de ago de 2009

Complô

Por que as lâmpadas de casa queimam em bando? Já reparou que sempre que uma queima, outras a imitam? Há pouco nós trocamos seis. E daquelas caras, com a rosquinha diferente, que não se acha fácil. Duraram dois anos, mas eu tenho 41 e estou firme.
Não satisfeitas, as lâmpadas lá de casa se comunicaram com as lampadinhas do carro - não me pergunte como. O resultado? Logo depois, queimaram três luzes de farol e sinaleira. A questão não é o valor gasto nessas trocas, é a mão de obra. E assim a lista das pendências vai aumentando.
Eu acredito em complôs caseiros, onde eletrodomésticos e persianas se unem pra mostrar a supremacia sobre os humanos. Eu não vivo sem torradeira, a minha que não escute isso. Agora tenho certeza de que as lâmpadas também se unem pra chamar a atenção. Se o motivo é carência afetiva, desculpe. Eu não tenho assunto com plantas, vou conversar o que com uma lâmpada? E de pescoço pra cima, encarando aquela luz forte?
Estou desconfiada de que as meias também fazem algum tipo de combinação pra furar em conjunto. Elas e os botões suicidas de camisas.

Só se for agora

O mar está pra peixe. Finalmente, o sol promete. Acho até que vou aprender a surfar...

13 de ago de 2009

A paciência é uma virtude

Mas não é pra mim...

Twist and Shout

Os Beatles não saem lá de casa. Incrível como eles conseguem ser novidade depois de tanto tempo. Quantas legiões de fãs ainda surgirão? Penso nisso quando vejo o Rafa passar por mim cantando Twist and Shout. Eu já presenciei muitas febres, e nunca pensei que os Beatles seriam a próxima. Aos 13 anos, ele sabe todas as letras de cor. Para o inglês, é ótimo (cantar é um excelente exercício para afinar a pronúncia). Para as referências musicais e culturais, também. Ele podia estar dizendo “Toca Raul!!!” - aí eu ia cortar os pulsos.
Foi o Ricardo que apresentou o quarteto para o Rafa. Ele não só gostou, como baixou as músicas pro mp3 e foi atrás de clipes no You Tube. O Fabio está devidamente influenciado e arranha um “come on, come on, come on baby”. Quero descobrir se os amigos do colégio e do prédio estão nessa levada Beatlemaníaca. Imagino que sim. Ainda mais agora, que lançaram o Guitar Hero dos Beatles. Claro que o Rafa quer. Já tem colega do Fabio que comprou pela internet. É a (boa) influência de outro pai. Parceria até para dividir a guitarra. Iê iê iê.

12 de ago de 2009

Jeans + Jeans

Eu adoro a revista Vogue, mas eles levam a moda a sério demais. Até Carrie Bradshaw, musa de Sex and The City, já avisou que na continuação do filme não vai querer um guarda-roupa tão ostensivo. Não combina com a crise.
Na verdade, a Vogue nunca vai mudar. Eu é que mudei. Os “must-haves” (é assim que eles chamam as tendencinhas que você TEM que comprar senão vai infartar) soam arrogantes. Se a gente precisasse mesmo ter tudo aquilo, o preço deveria ser outro. Algumas matérias ficam fora de contexto, principalmente os perfis de mulheres esnobes que acham que ir a Saint-Tropez e Trancoso é como ir na esquina.
Sinceramente, não sei por que eu ainda compro a Vogue (eu sei, gosto de coisas bonitas). De uns tempos pra cá, haja filtro para tirar a informação de moda que interessa e não me sentir agredida com o aspiracional que quase ninguém consegue aspirar. O topo da pirâmide, antigamente ocupado pela classe A, hoje é um salto agulha de tão fino. Lá em cima, se equilibra a alegre classe Ahahah Gargalhada. Classe A sou eu, que encho o carrinho do supermercado, pago dois colégios, tenho canal a cabo (sem gato) e faço as unhas todo sábado.
A Vogue poderia ser mais ousada e se render à moda das ruas. É lá que o cinto aperta e as pessoas criam. O mundo não é um tapete vermelho com tantos vestidos emprestados. Eu tive que rir quando li em algum lugar (Vogue ou Elle? anyway...) que tem muita fashionista passada com a nova tendência de usar o look inteiro de jeans. Ai, que ciladinha trendy!! Imagine, o despropósito de vestir jeans em cima e embaixo!!
Quando vi essa foto na internet, descobri o que falta na Vogue: um pouco de humor. Ou mais Ronaldos Fragas. A moda vai e vem justamente para se divertir com a gente.

Pode ser Oiapoque, pode ser Chuí

Que vontade de viajar! Eu arrumo a mala rapidinho, não importa pra onde.

11 de ago de 2009

Adios Y Bienvenida

É com grande alegria que comunico o desligamento da bota croco preta cano médio da minha vida. A essa altura, ela já deve estar descansando em paz no lixo seco. Que alguém faça bom uso. Em consideração a tantos momentos que passamos juntas, não fiquei furiosa com a cilada que ela me aprontou hoje cedo: esperou eu sair de casa e chegar no trabalho para quebrar o salto ao meio! Praticamente um suicídio, mas eu é que fiquei com a corda no pescoço. Passei a manhã mancando e tive que caminhar o estritamente necessário (leia-se toilette).
Na verdade, essa bota estava com os dias contados. Já tinha até recebido a extrema unção. Eu só não me desfiz dela antes porque, você sabe, em tempos de crise a gente precisa se segurar no saltinho gasto.
O motivo da minha alegria é que agora abriu espaço no closet – e lá dentro, o metro quadrado é disputado a tapa. Compro uma bota nova no fim da estação, pago menos e uso pouco? Ou guardo fôlego (leia-se pilas) para investir numa sandália po-de-ro-sa?
Amo esses dilemas. Enquanto não me decido, vou caprichar no creminho para os pés.

10 de ago de 2009

O processo evolutivo em 2 lições

A gente chegou até aqui, mas ainda dá tempo de mudar algumas coisinhas. Eu voto no dia de passe livre nos spas, na materialização da lista de compras dentro da geladeira (ou no armário dos produtos de higiene) e nas jantinhas em família - desde que cada um faça a sua torrada.

7 de ago de 2009

Que mulher nunca quis ser fatal?

Ainda mais numa sexta-feira?

Que mulher nunca quis ser perfeita?

E viu que é impossível?

Que mulher nunca quis ser uma Bond Girl?

My name is Girl. Bond Girl...

6 de ago de 2009

A inspiração pra escrever pro site do Bourbon Shopping

Paiêêêê

Que bom que eu não tive filho antes dos anos 90. Os pais que nasceram nas últimas décadas são a evolução da espécie, a companhia perfeita para estar ao nosso lado na hora do parto. E, principalmente, depois.
Os pais de hoje são as novas mães. Antigamente, muitos deles se comportavam como parentes distantes. Apareciam nas fotos de aniversário, davam dinheiro e conselhos esporádicos, se protegiam atrás da gravata, não tinham tempo nem saco de brincar. Provavelmente não eram tão solicitados como os de agora.
Os novos pais enjoam e engordam em solidariedade às gestantes. Trocam fralda, amamentam com leite em pó, dão banho, secam o cabelo da prole. Educam os seus, os meus, os nossos. Preparam o jantar, estudam junto, dão remédio, jogam Guitar Hero com os filhos e vestem as Barbies das filhas (aposto que sim). Quem sai ganhando com esses pais redesenhados? Os filhos, óbvio. E as mães, com certeza! A divisão nem sempre é 50%, mas quem está ligando para porcentagem numa hora dessas?
Quando as crianças são pequenas, o trabalho é braçal. Toda ajuda é bem-vinda. A prova de fogo vem na adolescência. O mesmo pai que jogava o bebê pra cima (assustando a mãe e os avós) com o controle total da situação, vai ter que segurar a onda nos assuntos sexo, drogas e rock'n'roll. Imagine a gente cuidando disso sozinha, é responsabilidade demais. E se você achar que está sobrecarregando seu marido, lembre de quem ficou com as estrias de recuerdo.
Vivendo junto ou separado, pai precisa estar sempre por perto e, mais do que tudo, próximo. Sem receio de perguntar o que o filho fez ou não fez, disposto a ouvir as respostas, histórias, piadas, segredos, reclamações. É no convívio que se formam os laços, que se apontam os cadarços desamarrados, que a paternidade evolui para a amizade.
Pai não é o chato que manda comer salada, é o parceiro que também faz cara feia para a alface no prato. Pai é a referência masculina. E mesmo com a sensibilidade adquirida, ainda mantém a voz grossa que eles milagrosamente obedecem. Quem consegue pegar a bola que ficou presa lá em cima (sem precisar de escada)? Quem dá os abraços mais fortes, aqueles que tiram do chão e fazem voar?
O novo pai é o super herói que não paga mico de usar fantasia. Eu adoro observar meu marido com nossos filhos. Os três se entendem e se completam. Eles sobreviveriam sem mim. Já, eu, não vivo sem eles.

Antes e depois

Ah, o dinheiro... o Photoshop... a mídia... a pressão pela beleza... a falta de noção...

5 de ago de 2009

Regressão urgente

Será que uma cena assim explicaria o meu medo de animais?

Claudia, o que eu faço agora?

Esse é o nome de uma seção da revista e do site de Claudia onde as consumidoras enviam perguntas sobre cidadania, ética e boas maneiras para o dia a dia. Os assuntos são variados: família, etiqueta, trabalho, sexo, educação, saúde, vizinhos. E quem responde é um grupo de colaboradores. A editora Sibelle Pedral sempre pede que eu responda algumas dessas perguntas – o que faço com o maior prazer. As duas primeiras respostas saíram nas edições de agosto e julho, respectivamente. As outras também são de 2009.

Fiquei amiga da pessoa que faz a folha de pagamentos da empresa e descobri que duas colegas na mesma função ganham mais. Como peço aumento sem entregar a amiga?
Se você acha que não está ganhando o suficiente, peça aumento porque VOCÊ merece, não por causa do salário dos outros. O que rende uma boa argumentação é seu desempenho e crescimento. Mas esteja preparada para tudo, ainda mais nestes tempos de crise em que vivemos. MAGALI MORAES
Muitos pais fazem uma só festa para filhos que aniversariam em datas próximas. Nesse caso, é preciso comprar presente para as duas crianças ou só para aquela que é amiga do meu filho?
Se os pais resolvem fazer uma festa dois em um para economizar, você pode seguir o bom exemplo deles. Dê um presente dois em um: os dois aniversariantes ganham abraços e beijinhos, mas somente um deles ganha presente. O amigo do seu filho, claro! MAGALI MORAES
Estou apaixonada por um homem maravilhoso. Sempre me divirto quando saímos. No entanto, na hora do sexo, ele solta umas palavras fofinhas que me desanimam. No começo, eu relevava. Agora não aguento mais! Já tentei dar indiretas, mas ele não se toca. Comopedir que pare de me chamar de “safadinha” sem quebrar o clima?
Nenhuma mulher merece ir para a cama com diminutivos, sejam palavras ou... você sabe. Diminutivos transformam a cama de casal em berço. Aproveite que até os tremas saíram de circulação e diga que a relação de vocês aguenta palavras mais fortes – ou ele vai ficar sem sexo pelo próximo quinquênio. MAGALI MORAES
Sem me avisar, minha sogra chamou parentes distantes para a festa do meu filho e o bufê, claro, cobrou de mim os extras. Como evitar que isso se repita?
Na próxima vez, deixe-a à vontade para fazer uma festa em paralelo e convidar novamente esses parentes distantes. Você terá o maior prazer em passar os telefones de salões de festa, de quem faz salgadinhos e docinhos deliciosos – especialmente os olhos-de-sogra. MAGALI MORAES

4 de ago de 2009

O maior post do século - matéria feita pra Women's Health na íntegra

100 maneiras de relaxar

Preste atenção ao seu redor: parece que tudo conspira para deixar você estressada. Bons tempos quando um incensozinho resolvia a questão. Hoje em dia está cada vez mais difícil relaxar. Mas é possível e faz um bem danado. Relaxar é, acima de tudo, manter a calma. E ter a consciência de que Super Mulher não existe na vida real.
Aqui estão 100 maneiras para ajudar você a soltar os ombros – confessamos que fazer essa lista enorme já foi um belo exercício de relaxamento. Nem pense em colocar tudo em prática, ninguém precisa de um kamasutra do relax. São sugestões divertidas e viáveis. Escolha algumas e boa sorte!

1. Faça uma coisa de cada vez (se está lendo essa matéria, tire os olhos da TV e interrompa a lista mental do supermercado).
2. Pare de cerrar o maxilar desse jeito, menina. Abra a boca e destrave os dentes. Um sorrisinho também ajuda, nem que seja pra relaxar a musculatura facial.
3. Se você é da turma do salto alto e depois do trabalho costuma passar no supermercado, deixe uma sapatilha ou rasteirinha no carro. Ufa!
4. Sabe por que os monges tibetanos têm aquela calma toda? Eles não são viciadinhos em e-mails, MSN ou qualquer outra janela que pisque insistentemente pedindo atenção.
5. Comprinhas, óbvio!! Sapatos novos e lindos funcionam como um relaxante tarja preta. Se o dinheiro estiver curto, divirta-se olhando vitrines. Um dia, eles serão seus.
6. Quando chegar em casa, desligue o celular. Você sobrevive sem ele (deixar no silencioso não vale).
7. Entre numa livraria. Leia as orelhas dos livros, procure os lançamentos, descubra os novos autores.
8. Barulho de cachoeira pra relaxar? Só se o George Clooney estiver dentro da água.
9. Espalhe seu perfume por toda parte. Aromatize a nuca, a casa, o closet, vale até borrifar seu cheirinho dentro do carro. O olfato automaticamente manda o recado pro cérebro: ela está superbem.
10. Tome uma tacinha de espumante (perder a conta de quantas taças tomou relaxa muito mais).
11. Chegue do trabalho e troque de roupa. Faça disso um hábito, um rito de passagem para o descanso. Tire o sutiã. Uma camiseta velhinha e confortável, o cabelo preso... ah, isso é que é vida.
12. Deite mais cedo para ler.
13. Deite mais cedo para transar.
14. Se você estiver num momento de entressafra amorosa, vá pra cama com um brinquedinho novo. E pilhas alcalinas, que duram mais.
15. Compre a última Women’s Health, se jogue no sofá e leia todas as matérias de uma só vez.
16. Peça uma pizza e não mova uma palha. Seja a visita da casa.
17. Ligue para uma amiga que você não fala há séculos. Colocar a conversa em dia faz maravilhas para o cérebro feminino.
18. Momento Egito: recolha todos os travesseiros e almofadas da casa, faça uma pirâmide enorme e coloque os pezinhos laaá no alto. Você merece, Cleópatra!
19. Corra. Só você e seu Ipod.
20. Dança de salão é ótimo pra relaxar. Olhando de fora, parece bizarro. E é. Mas dentro do grupo, a energia é outra. Que estresse resiste ao mambo? Garanto que você sai de lá levinha, levinha.
21. Durma com máscara nos olhos, assim nenhuma claridade se atreve a despertar você (os tampões de ouvido que sobraram do último voo também são úteis).
22. Aposto que você guarda aqueles e-mails que mostram o antes e o depois das atrizes de Hollywood. Quer coisa mais relaxante do que ver o lixo que elas ficam sem maquiagem?
23. Pegue seus filhos, a câmara digital e produza um ensaio freestyle de caretas. Quanto mais enquadramentos malucos, melhor.
24. Se você tem cabelo comprido, pegue uma mecha e enrole, enrole, enrole. Depois desenrole, desenrole, desenrole. Ahhhhh, coisa boa.
25. Outro exercício imbatível de relaxamento é pegar uma tesourinha e cortar as pontas duplas do seu cabelo – isso depois de uma detalhada observação capilar.
26. Sente no chão da sala e imagine um upgrade na decoração. Escolha outra cor para a parede, onde colocar um vaso novo de plantas, faça planos, crie móveis, brinque de CasaCor.
27. Comfort-food é uma delícia de relax. Faça o bolo de laranja da sua tia. Ou peça para sua mãe aquele bife à milanesa com purê de batatas que só ela sabe fazer.
28. Assista a vídeos de stand-up comedy no Youtube. Se não entender as piadas, sem estresse.
29. Prolongue o relax do banho com uma hidratação à la spa (coloque seu amor no trabalho, as costas são com ele).
30. Chegue em casa antes de todos, meia horinha já ajuda. Aproveite o silêncio para curtir sua própria companhia.
31. Se você tem a sorte de ter sua vó ainda viva, aproveite a próxima visita pra pedir um cafuné: deite no sofá com a cabeça no colo dela e relaxe como nunca.
32. Você já tomou banho de piscina à noite? Depois de um dia infernal, dar um mergulho no cloro geladinho é uma delícia.
33. Leia um daqueles e-mails edificantes, dê risada da trilha e dos efeitos cafonas do powerpoint.
34. Mande os filhos (seus ou dele) dormirem na casa de amigos. Precisa dizer mais?
35. Apague as luzes da sala, abra a janela e veja que lua maravilhosa apareceu no céu.
36. Arrume uma gaveta – mas não precisa ser a das meias, totalmente sem graça. Una o útil ao agradável. Escolha a gaveta das bijus, bem colorida e charmosa.
37. Vá almoçar com alguém que você adora e mal consegue falar – pode inclusive ser o seu marido. Qual foi o último assunto agradável e relaxante que vocês conversaram?
38. Invente um hobby maluco, como fotografar nomes esquisitos de restaurantes ou números de fachadas. Caçambas de telentulho dão uma bela coleção.
39. Largue tudo que você está fazendo e coma um chocolate. Coma, não. Saboreie, se delicie, revire os olhinhos.
40. Entre no Facebook e esqueça da vida. Foque na vida dos outros, que é sempre divertido.
41. Vai dizer que não dá um relaxamento instantâneo mudar a estação do rádio e ser surpreendida por uma música que você adora?
42. Trabalho braçal descansa a mente. Então, força no rabo de cavalo e no escovão.
43. Puxe as peles de cutícula com os dentes. Depois a manicure dá um jeito.
44. Fique embaixo do chuveiro horas e horas, a água morninha cutucando seus ombros. É ecologicamente incorreto, mas é tão bom!
45. Morda a ponta do lápis.
46. Pesquise bobagens no Wikipedia.
47. Ouvir a conversa dos outros em restaurante é uma diversão. Só um pedacinho, pra concluir sozinha o resto da história.
48. Tire sementes de uva dedo-de-dama. Um quilo de uva, uma faquinha de ponta e vamos lá!
49. Naqueles dias em que a gente fica em dúvida sobre o look que escolheu, abrir a porta de casa e saber que nenhum papparazzi vai estar lá de plantão é um alívio.
50. Faça brigadeiro e coma direto da panela, fingindo que tem de novo 10 anos (nessa idade você ainda não contava calorias, né?)
51. Lave o cabelo no salão. Peça uma dose extra de xampu e condicionador. E pode massagear bem... ah... humm... isso! Só não dirija logo depois, suas pernas vão estar molinhas.
52. Respire fundo - o velho truque funciona mesmo. Insssssssspire. Tanto oxigênio entrando no seu corpo vai surtir efeito imediato.
53. Mude o caminho de casa para o trabalho. Passe na frente de uma praça, se possível. Escolha ruas mais arborizadas e calmas, nem que precise desviar da rota.
54. Colocar aquele jeans que você nunca mais usou (ou teve coragem) e o zíper fechar é uma das técnicas mais antigas de relaxamento que existem.
55. Compre flores pra casa. Mas não é só enfiar as rosas de qualquer jeito no vaso. Brinque de Martha Steward, deixe tudo lindo e fotogênico.
56. Faça salada de frutas com muita variedade, bem picadinho. Se você se irritar no meio do processo, largue um vinho branco em cima e transforme a salada num clericot. Só se dê por satisfeita depois de comer o último moranguinho encharcado de álcool.
57. Ligue para seus pais e desligue o piloto automático “tudo bom, tudo bem”. Compartilhe as pequenas alegrias do dia, pergunte, preste atenção no que eles falam.
58. No inverno, vá para a praia.
59. No verão, vá para a serra.
60. Eleja uma cor de carro e conte quantos você encontrar com essa cor no caminho. Se isso acalma crianças em viagens, pode fazer o mesmo por você no trânsito.
61. Não consegue dormir porque a cabeça não para de funcionar? Relaxe com um leite quentinho, devidamente servido na sua caneca preferida.
62. Esteja de corpo e mente em cada momento. É estressante ficar sempre pensando no que vem a seguir.
63. Dê uma caminhada a pé pelo seu bairro, sinta o vento no rosto, observe as pessoas, os jardins. Você não nasceu dentro de um carro, grudada no cinto de segurança, lembra?
64. Se você gosta de fazer escova quando tem festa, faça sem motivo nenhum, só pelo prazer de estar bonita. Tomara que você encontre seu ex pra esnobar tanta produção numa terça-feira.
65. Quando você se deparar com uma vista de tirar o fôlego, se permita admirar. Ver a cidade do alto faz qualquer problema parecer pequeninho. Enxergar o horizonte, idem.
66. Mude os planos, invente um programa surpresa, rompa com a rotina. Uma parada inesperada no percurso ajuda a relaxar.
67. Faça cosquinhas numa criança para ouvir suas gargalhadas. No filme Monstros SA, essas risadas geravam energia para alimentar uma cidade inteira. Imagine o bem que fazem só pra você.
68. Visite seu parente preferido. A família, se utilizada corretamente, traz a gostosa sensação de pertencimento.
69. Planeje uma viagem, mesmo que você esteja momentaneamente falida. Separe mapas, pesquise destinos e roteiros. Chegar mais perto dos sonhos relaxa.
70. Pendure um saco de boxe no seu quarto. Dê porradas, enfie o dedo no olho. Não esqueça de apelidar o saco com o nome de quem estressa você.
71. Leia uma biografia. Acompanhar a vida de uma pessoa que você admira tem efeito relaxante. Até para ver que ela também tem problemas e, no fim, acha uma saída.
72. Ande de pés descalços. Pode ser em casa, não precisa ser no palco como a Colbie Caillat. Suas tensões vão ir direto para o chão.
73. Subverta suas próprias regras. Se você não dorme sem lavar a louça da pia, relaxe e deixe tudo como está. Experimente passar um domingo sem arrumar a cama.
74. Lembre uma cena divertida que aconteceu com você, pode ser da infância, ontem no trabalho ou nas últimas férias. Reviver bons momentos faz sorrir por dentro.
75. Jogue Stop. Em vez dos clássicos Cor e Cidade, invente novas categorias: celeb falida, música anos 80, par romântico de novela.
76. Quer se entregar para o estresse, dormir com roupa e tudo? Que nada, faça o contrário. Coloque seu vestido mais sexy e vá para a balada.
77. Sempre se pergunte: isso me relaxa mesmo?
78. Esqueça o glamour. Coma pão dormido com café preto se é o que você gosta. Deixe os farelos sujarem tudo, depois você varre.
79. Mude para um canal de desenhos e assista um pouco. O nonsense dos desenhos animados relaxa até os mais estressadinhos.
80. Pule numa cama elástica. Melhor ainda se for depois da festinha de aniversário do seu filho. Agora só daqui a um ano, que alegria!
81. Veja álbuns antigos de fotos. Não precisa ser uma foto sua com franja duvidosa. Vasculhe retratos dos antepassados, mergulhe na nostalgia da sépia e do preto e branco, leia dedicatórias escritas no verso.
82. Tire pelinhos encravados das pernas.
83. Coma mexerica num dia ensolarado de inverno, de preferência ao ar livre. No Sul, mexerica é bergamota. Tão relaxante quanto.
84. Agrade um cãozinho de estimação – se o cão não for seu, você tem a chance de agradar também um desconhecido charmoso, proprietário do animal.
85. Deixe escolhida a roupa que você vai vestir no dia seguinte, só pra ganhar uns minutinhos a mais na cama ao acordar.
86. Pedale, mas em bicicleta que dá pra levar pra rua, não nas bicicletas chatas da academia.
87. Se você tem filho pequeno (pode ser sobrinho), pegue uma revistinha de colorir e pinte com ele, calmamente, cuidando pra não sair fora do contorno.
88. Uma sesta no sábado ou domingo tem o seu valor. Mas não saia da cama sem se espichar como se quisesse crescer um metro.
89. Bisbilhote a estante de livros de alguém. Esse tipo de voyeurismo descansa o cérebro.
90. Achar dinheiro no bolso da calça possui comprovado efeito relaxante, ainda mais se for uma nota de cinquenta reais.
91. Vá pra musculação. Puxar ferro, pra quem gosta, é relaxante.
92. Encontre uma antiga conhecida na rua e (nossa!!) veja que ela está beeeem mais velha que você.
93. Tome um banho de chuva. Só evite camiseta branca: a intenção é relaxar, não participar do concurso Gata Molhada.
94. Ajudar alguém é relaxante. Doe roupas, brinquedos, alimentos e uma horinha do seu tempo: leve pessoalmente a doação e conheça quem está ajudando.
95. Vá no estádio de futebol com seu namorado. Detalhe: grite e diga mais palavrões do que ele.
96. Desculpe o clichê, mas ouvir música bem alta no carro e cantar junto relaxa horrores. Vidros fechados, por favor.
97. Chegue dez minutinhos mais cedo nos seus compromissos. Dá tempo de se recompor e desacelerar.
98. Assista a um seriado antigo que você sempre quis ver de novo.
99. Conferir o saldo no banco e ver que a conta não está no negativo (como você jurava) provoca relaxamento instantâneo.
100. Pegue essa lista enorme de sugestões e invente, você, a melhor de todas.

Eu na capa

Calma, calma, não sou a modelo da capa. Mas a matéria que fiz para a Women’ s Health de agosto está lá, ao lado da loira sarada: 70 ideias para relaxar e ser mais feliz!
O pedido inicial foi uma matéria com 100 sugestões de relaxamento, e eu quase me estressei pra pensar nas 1-0-0!! Depois, a crise cortou páginas e ficaram 70. Beleza! O importante é que saiu e ganhou capa, portanto vou ajudar a vender essa edição com minhas humildes ideias.
Logo vou publicar a matéria na íntegra. O que não impede que você adquira a revista e compare onde a tesoura rolou.

Depois do casamento, o divórcio

Lembram daquela entrada de casamento que eu postei aqui (e que domingo apareceu no fantástico) com os padrinhos dançando?
O povo é criativo e já fez um cover deles entrando no tribunal...

3 de ago de 2009

O grito da independência

Decidi antecipar um mês no calendário. Para mim, já é 3 de setembro. Quase véspera de feriadão e pânico instaurado: a Rosana Jatobá garantiu que vai dar praia no 7 de setembro, portanto vou ter que usar o primeiro biquíni da temporada. E agora!?!! Faço o quê? Grito?
Setembro é o mês oficial das desesperadas, especialmente as que moram no Sul e se escondem embaixo de muitas camadas de roupas durante o inverno. Ainda mais com o frio recorde que fez em julho, onde todas nós ingerimos calorias a mais pra aquecer o corpitcho.
Sendo assim, ao antecipar um mês no calendário, eu ganhei 30 dias pra dar uma intensiva no projeto verão 2010. Boca fechada, corrida, corrida, boca fechada. Foco e determinação. Cérebro de magra, recusando metade de tudo que for oferecido - a fina.