4 de dez de 2009

Se fui pobre, não lembro

Isso sim é que é vida! Óbvio que eu daria um mergulho nessa piscinha chique, mas aposto que ficaria tonta se chegasse muito perto da borda. Não nasci rica, tenho pensamentos proletários. Já penso como o pessoal da limpeza vai fazer pra limpar aquele vidro do lado de fora. Se for um dia com bastante vento, vira piscina com ondas. Será que depois de cinco anos vai infiltrar água pro andar de baixo? (mais um pensamento de pobre)
Falando em diferenciais arquitetônicos, você já reparou na enxurrada de novas construtoras que se instalaram de mala e cuia em Porto Alegre e região metropolitana? Meu jornal virou um panfletão de sinaleira, de tanto anúncio imobiliário. Empreendimentos iguais, só muda o nome. Tomara que pelo menos os tapumes sejam bonitinhos.

Um comentário:

Lu disse...

Meu sonho de consumo em dose dupla, Maga: ser rica e morar numa cobertura exatamente como essa. Já pensou que luxo chegar em casa depois de 8 horas de trabalho + 1 hora de trânsito e se jogar nessa piscina com uma taça de espumante numa mão e um carpaccio de salmão na outra? Ai, ai, e tem gente que tem tudo isso e ainda reclama!
Vou seguir aqui na minha vida de proletária que é o que me resta e vou sonhar com essa foto.
Beijos