10 de fev de 2009

Diários de uma cronista

Já que nenhum jornal ou revista de grande (média, pequena, minúscula) circulação me contratou, eu resolvi assumir a vaga recém-aberta de cronista nesse blog. Um acúmulo de funções, se você considerar que aqui eu sou a acionista, a estagiária, a CEO de conteúdo, a VP de banalidades. O medidor do blog vai ser o tiozão da banca, para avisar se o texto rodou ou não.
Você pode achar que há uma saturação no mercado de cronistas, mas tem assunto para todos. Enquanto o Estadão, a Folha, a Vogue ou a TPM não me chamam, eu vou treinando. Aqui em Porto Alegre um dos assuntos é a abertura do Camelódromo, tirando os vendedores ambulantes do centro da cidade. Já ouvi de mulheres finas que lá "tem calcinha igual às da Renner e muito mais barata!!" - será que o Tempo de Mulher finalmente encontrou concorrente à altura? E será que essas calcinhas têm elástico forte o suficiente para segurar as coxas de halterofilista das mulheres horti-fruti que vão se proliferar no carnaval? Preciso conferir pessoalmente. Camelódromo é um must-have em tempos de crise.

(se alguém tiver o e-mail do Felipão, por favor, passe o link do Diário De Uma Demitida. Pode ser útil. Pena que o livro ainda não está pronto, senão eu mandava um exemplar com uma dedicatória bem querida.)

3 comentários:

venuss disse...

pior que o acúmulo de funções é o nepotismo.

Jéssica disse...

gostei do texto

Tudo do cotidiano disse...

Magali, deixei de ser uma demitida ontem. To felicíssima! Ah, sobre o camelódromo, passei lá hoje pela manhã, nem parecia estar em Porto Alegre, dava pra ver aquele clarão antes do Mercado Público, os prédios ao fundo, ficou bom o novo visual do centro!