2 de jun de 2009

MAC Dia Feliz

Eu AMO a MAC. Então você pode imaginar a minha alegria quando fiquei sabendo, assim de supetão, que acabou de abrir uma loja da MAC no Iguatemi da Província, digo Porto Alegre.
Antes de prosseguir, é importante observar 2 coisas:
1) Eu realmente ando afastada do bate perna dos shoppings, senão meus radares já teriam percebido o blot powder no ar.
2) Eu realmente me irrito quando alguém lê o jornal pra mim, mas hoje meus olhinhos maquiados brilharam em agradecimento ao Ricardo. Até porque ele não leu as matérias, só um anúncio porque sabia que eu ia gostar.
3) Mais 1 coisinha fundamental: com o dólar a menos de R$ 2 e sem viagem marcada nem para o Imbé, eu finalmente posso aproveitar. O free shop é aqui e agora!!!
Para você entender o quanto maquiagem fascina uma mulher, eu explico: nem sempre esse amor surge quando brincamos de passar o batom da mãe na boca de plástico da boneca, que inclusive já vem pintada de fábrica. Quer dizer, isso no meu tempo de criança – hoje deve ter menina que ganha o primeiro gloss na maternidade.
Gostar de maquiagem é como pegar gosto pelos vinhos (eno-chatos estão excluídos desse raciocínio). Requer um certo aprendizado, horas na frente do espelho, testes e mais testes (que equivalem a taças e mais taças).
Quando eu tinha uns 10 anos, uma amiguinha invejosa debochou das minhas bochechas coradas. Meu italianismo foi intencionalmente confundido com maquiagem barata. Levei um bom tempo até comprar o primeiro blush por causa daquela vaca. Lembro de outra passagem marcante, muitos anos depois. Fui fazer o teste de maquiagem para o meu casamento, justamente querendo prevenir uma catástrofe. Saí do salão e o reboco permaneceu no rosto até o momento em que entrei no carro e me olhei no retrovisor: um travecão! Ou eu adiava o casamento, ou encontrava outra maquiadora. A segunda opção foi a mais adequada. Entrei na igreja do jeitinho que eu quis, maquiagem suave, pés flutuando.
A MAC surgiu na minha vida durante as viagens. Era uma foto, um produtinho. Até que um dia uma maquiadora da MAC, agora falando carioquês, me produziu em pleno shopping. Saí de lá com um rombo no cartão de crédito, feliz da vida. E com uma listinha dos próximos investimentos que me guiaram nas viagens seguintes. Meu irmão americano, atual fornecedor de MAC, vai gostar de saber que se livrou das encomendas.
Preciso urgente dar as boas-vindas a um novo rímel e a um novo blush – já está aparecendo o fundo metálico da embalagem. O que antes me entristecia, agora só me dá alegria.

3 comentários:

Marcia disse...

Adorei este texto (o trauma de infância por causa da "vaca" que falou das bochechas coradas vai me fazer rir por dias e dias!). Mais uma prova que temos o mesmo sangue: tb sou viciada nessas coisas. Esses dias fui contar quantos batons eu tinha: 16, todos em pleno uso. Quer me irritar, é só dizer que maquiagem é "supérfluo". Supérfluo coisa nenhuma, isso é gênero de primeira necessidade. Imagina se na nossa infância existissem as maquiagens para crianças que existem hoje!!
Adorei a novidade, hora de correr para a loja nova!
Beijão prima, continuo viciada nesse blog!

Lu disse...

Magali, deu pra sentir a tua felicidade em cada caracter digitado. Deu pra perceber direitinho a tua paixão por cosméticos e a tua alegria ao saber que teremos aqui uma loja da M.A.C. Eu, que tenho aversão à maquiagem e só uso por obrigação, fiquei com vontade de dar uma passadinha por lá, imagino então tu!
Vai lá e compra sem moderação. Tu merece!
Beijos

Clarissa Corrêa disse...

Quando nos separaram na maternidade? Eu detesto que leiam jornal pra mim, eu amo a MAC e meu irmão morava nos USA até 2 semanas atrás. Ah, dona Magali, um dia eu vou crescer. Me aguarde. Um beijo