12 de mar de 2010

“O que acontece no consultório fica no consultório”

Eu quase vomitei lendo o jornal. Tudo por causa de mais uma notícia de médico abusando sexualmente da paciente. Já não bastava o velhote da inseminação artificial, que revoltou meu estômago como nunca?
O idiota da vez é um traumatologista, anote aí o nome para nunca pisar no consultório do Dr. Paulo dos Santos Dutra, de Caxias do Sul. Esse cara pode se safar e voltar a atender suas pacientes, apesar de já responder a um processo por abuso a uma adolescente.
Eu não conheço a paciente que recebeu a seguinte orientação médica: baixar a calça e deitar de bruços na maca, para que fosse introduzido um equipamento na sua genitália e examinar a coluna!!! O gentil doutor avisou que poderia doer. Essa mulher deveria estar com muita dor nas costas para não perceber na hora. Ela teve um momento de estupidez e, quando viu, o equipamento do médico já estava em ação.
Isso é pra matar. Eu me revolto muito. Queria saber se um tarado desses já faz medicina pensando em se dar bem ou fica louco no meio do caminho. Eu queria saber em que momento ele achou que era Deus e podia fazer o que quisesse. Pacientes idealizam os médicos, esses profissionais que tiram a dor e acabam com o sofrimento. Outra coisa que eu não entendo: por que as mulheres demoram tanto pra abrir a boca. E já começaram a aparecer outras vítimas dele.
O que será que passa na cabeça de uma paciente quando ela se dá conta da situação? Deve ser algo tipo “isso não pode estar acontecendo.” Pode, infelizmente.


Imagem: Flickr

2 comentários:

Gabrieli disse...

Noooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooossssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Q estupides isso ><, nana onde vamos para com isso :O aff :~

Fernanda Reali disse...

Bom dia, amada!

Olha, todo o tipo de abuso me revolta, mas abusar de crianças ou de pacientes me revolta mais ainda, pois são condições em que a pessoa está completamente desarmada e entregue.

Acredito que não basta só denunciar, por causa do corporativismo médico e da lenti~dão burocrática da justiça.

Sugiro que, na hora em queacontece, assim que se dê conta, o paciente DESTRUA o CONSULTÓRIO, QUEBRE TUDO, inclusive a cara do médico. Porque assim a polícia chega rápido e a mídia também. Pulam-se estapas, né?

Beijos